Esther Mahlangu para Melissa

Então hoje rolou uma coletiva lá na House of Palomino para apresentar a nova coleção da Melissa, a Afromania, que tem como fundamento a riqueza multicultural africana e como ícone da vez a artista Esther Mahlangu.

 

Gente, o povo super se encantou com a Esther, linda, linda,linda. E o melhor, mesmo toda vestida dentro da cultura dela, estava usando uma Melissa, achei incrível. Ok ok, eu sei que é super marketing, mas achei fofo mesmo assim.

Esther chega na Melissa na seqüência de ações estratégicas como Vivianne Westwood e Zaha Hadid.

 

esther2

 

Mais importante artíficie da etnia Ndebele, da África do Sul, Esther (pronuncia-se Éster) foi descoberta por um grupo de pesquisadores franceses em 1986 e três anos depois participou da famosa mostra “Magiciens de la Terre”, no Centro Georges Pompidou, em Paris, e daí ganhou o mundo: desenhou um carro para a BMW, participou de um projeto com a Comme des Garçons e já viajou para Itália, Estados Unidos e Japão.

Esther já recebeu diversas condecorações e por onde vai é tratada como uma verdadeira rainha. Agora, sua padronagem característica estampa 4 mil pares de Melissas UltraGirl distribuídos para fashionistas e Vips na SPFW. A artista, que tem 74 anos, desembarca pela primeira vez no Brasil nesta terça (13.01). Segunda-feira (19.01) participa de uma coletiva de imprensa e dois dias depois vai à Bienal, onde ganhará coquetel em sua homenagem no lounge da Melissa com buffet de Neka Menna Barreto inspirado na culinária africana.”

(site Érika Palomino)

 

O vale a pena tirar de informação para a nossa vida mesmo são os valores que a Melissa vem trabalhando… Origem é riqueza e simplicidade é luxo. Estão certos, concorda? E tem mais, afirmam que a Melissa não é souvenir e sim produto com DNA brasileiro. Então, gosto disso. Exatamente do que falei no post abaixo, criar não é o oposto de vender… Melissa é exemplo. Mostra que trilha seu próprio caminho e sua busca pela globalização a coloca como objeto de desejo em todo o mundo. Mega exemplo para nós da Catarina, que concordamos com esse caminho universal, mas com enorme valorização das raízes.

2 Respostas

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